Uma fotografa sem câmera!

Quando minha companheira inseparável de anos(uma Sony H1) resolveu me abandonar bem no meio da festa de  encerramento do TCC no ano passado, minha tristeza foi enorme, pensei no momento “foi uma ótima companheira me ensinou muito sobre fotografia e agora chegou a hora dela, minha  hora de partir para novos desafios”.Então logo começou uma enorme pesquisa sobre a minha nova câmera, minhas pesquisas foram enormes e busca dali e lê lá, revira os sites  sobre fotografia, e a duvida: continuava numa superzoom ou mudava para uma reflex? Primeiramente pensei no valor das câmeras a diferença é brutal nos valores, sem pensar que numa reflex precisaria investir em lentes, flash e tudo que uma reflex necessita para uma boa fotografia, mas como tinha aceitado o desafio decidi por uma reflex, começou ai uma nova busca e pesquisas sobre as reflex disponíveis no mercado, o que não são poucas.

Pesquisa de lá pesquisa de cá e acabei optando por uma Nikon, mas qual Nikon? D3000, D90, D60, D5000. Parti para mais pesquisas, leituras, revistas especializadas tudo que se referia  a Nikon eu estava lendo, afinal estava prestes a pegar a minha nova companheira de batalha (fotografar enduro é uma batalha), após uma interminável busca escolhi minha câmera uma Nikon D5000(bom custo beneficio). Quando ela finalmente chegou (em janeiro desse ano) fiquei igual criança com brinquedo novo, sorriso de orelha a orelha,  encaixou perfeitamente na minha mão, o som da reflex me encantou,  ela era linda e o melhor era minha. Queria sair fotografando tudo. Meu primeiro enduro com ela foi o Cursinho, confesso que fiquei impressionada com a velocidade das fotos e a qualidade, me surpreendi com a qualidade das minhas fotos, após o cursinho fotografei o Enduro do Chocolate. Mas como alegria de pobre dura pouco, a câmera pifou o flash embutido, constatei a falha quando fui fotografar meu braço após um tombo no qual levei alguns pontos no cotovelo, fui com a morbidez de fotografar os pontos do braço e a câmera nada de sair flash, pensei no instante, eu que não to sabendo mexer nela, mas no outro dia com menos dor no braço e muita calma decidi verificar a câmera e constatei que realmente o flash não estava funcionando. Resultado um braço machucado com pontos sem poder andar de moto e agora minha nova companheira pifou!!!

Lá foi minha câmera para a garantia da Nikon tinha menos de 90 dias de uso, sempre ouvi falar muito bem de todos os produtos da Nikon, cheguei a ligar lá e escutei que as câmeras reflex 1 em 10 mil davam problema, e eu fui a premiada,  na mega eu não ganho também não jogo (risos),  mais uma vez fiquei triste, fiquei sem um dos meus brinquedos preferidos. A vontade de fotografar era incontrolável, ver momentos fantásticos sem poder registrar.  Matei um pouco a vontade de fotografar pegando emprestada uma superzoom de um amigo, fotografei o Enduro Fim Aroeira, mas a vontade de usar a minha câmera continuava e nada dela voltar.

Hoje após quase 2 meses sem a minha câmera ela retornou finalmente poderei fotografar tudo que tiver vontade, e que  ela agüente firme a batalha de fotografar os enduros, ou serei novamente uma fotografa sem câmera.

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